

Se não deu certo, a responsabilidade é da mulher. Mas a amamentação não acontece de forma isolada: ela envolve mãe, bebê e contexto.
Quando a mulher se sente insegura ou sem suporte, a tendência é duvidar da própria capacidade.
E isso pode contribuir para a interrupção precoce.
Muitas vezes, não é o corpo que falha.
É a falta de suporte adequado diante dos desafios.
Amamentar não depende só da mãe.
Depende do bebê, do conhecimento e de todo o entorno, e isso muda tudo!
A amamentação ainda é tratada como uma responsabilidade individual, centrada exclusivamente na mulher. Mas, na prática, ela é profundamente influenciada pelo contexto em que essa mãe está inserida.
História de vida, rede de apoio, orientações recebidas, contextos e dificuldades que envolvem o bebê, participação do parceiro, tudo isso interfere diretamente na continuidade ou interrupção do aleitamento materno exclusivo.
Amamentar não deve ser um processo solitário.
Dra. Débora Buzzini
Consultora em Aleitamento Materno e Laserterapeuta
Médico Ginecologista e Obstetra
Dir. técnico: Dr. Eduardo Buzzini
CRM-SP: 29859 | RQE: 27898
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Amamentar não é só um ato biológico.
É uma experiência emocional, social e relacional.
E também envolve aprendizado e adaptação.